Kjeragbolten é o nome de uma rocha de 5m³ presa numa fenda da montanha Kjerag, destino popular na Noruega entre os praticantes de Base Jump e de caminhadas.
HIDROJATEAMENTO EM REDES E GALERIAS. DESENTUPIMENTO DE PIA,VASOS,TANQUES,RALOS,COLUNAS, REDE PLUVIAL E ESGOTO EM GERAL.desentupidora bh Desentupidora em Bh, desentupidora em Belo Horizonte, desentupidora na grande bh, desentupidora em contagem, desentupidora em nova lima, desentupidora em neves, desentupidora em santa luzia, limpa-fossa em bh, limpa fossa em belo Horizonte, limpa fossa em contagem, desentupidora,
quinta-feira, 28 de março de 2013
Uma rocha presa na montanha
quarta-feira, 27 de março de 2013
Floresta de Bambu no Japão Sagano Bamboo Forest
Sagano Bamboo Forest é uma linda floresta de bambu, que cobre uma área de aproximadamente 16 Km2, localizada em Arashiyama 30 minutos de Kyoto no Japão.
Aprecie algumas fotos de Sagano Forest Bamboo em Arashiyama, Kyoto no Japão.
artigo por Krika Domenici
sexta-feira, 22 de março de 2013
Estudo diz que Recicladores Ecológicos Consomem mais Recursos
- Estudo diz que Recicladores Ecológicos Consomem mais Recursos
Se você acha que quem tem a consciência de reciclar é mais ecológico e consome menos, você está errado. Pelo menos é o que diz a pesquisa realizada por Jesse Catlin , professor assistente na Universidade Estadual de Washington, nos EUA, e Wang Yitong , professor assistente da Universidade de Tsinghua, em Pequim, na China. Eles conduziram dois experimentos para descobrir o quanto as pessoas usam um determinado produto, se tivessem a opção de reciclar os seus resíduos.
Os Falsos Ecologistas
No primeiro experimento, dois grupos de alunos de pós-graduação que não sabiam da natureza do estudo foi dada a tarefa de avaliar um par de tesouras, cortando-se a quantidade de papel que podiam, em seguida, descartar o papel. Um grupo tinha apenas um cesto de lixo, ao passo que o segundo grupo teve tanto um cesto de lixo quanto um balde de reciclagem. O grupo que tinha a opção de jogar seu lixo em um balde de reciclagem picou quase três vezes a quantidade de papel que o primeiro grupo.
No segundo experimento, os pesquisadores investigaram os quartos de alunos por 30 dias e monitoraram quantas toalhas de papel foram usadas. Para os primeiros 15 dias do experimento o banheiro só tinha um cesto de lixo. Para o segundo passo de 15 dias, eles adicionaram uma lixeira de reciclagem. A quantidade de papel utilizada por pessoas durante o segundo 15 dias foi de 14% a mais.
Os pesquisadores também pediram aos alunos pesquisados que realizaram o experimento da tesoura para preencher um questionário sobre os seus comportamentos ecológicos. Eles ligaram as respostas com estudos prévios que mostram como as pessoas que se comportam de maneira ecológica, desperdiçam mais, porque elas estavam reciclando o material.
Novo conceito e politicas de Reciclagem
Como escrevem os autores, “propomos que a capacidade de reciclar pode levar ao aumento do uso de recursos quando comparado ao que não tem a opção de reciclagem disponível.” Eles dizem que o seu papel tem implicações potenciais para futuras pesquisas e para a formulação de políticas, tais como a existência ou não de reciclagem e se devem estar disponíveis em determinadas situações.
Comece por você, reveja seus conceitos.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/reciclagem/estudo-diz-que-recicladores-realmente-consomem-mais/
terça-feira, 12 de março de 2013
Dicas de Como Reciclar Teclado de Computador
- Dicas de Como Reciclar Teclado de Computador
Atualmente vivemos em um mundo tecnológico, convivemos com teclado, mouse, telas de LCD, celular, tablet e notebook. Os eletrônicos fazem parte de nosso dia-a-dia e dar um fim útil e ecológico a esses equipamentos, é um dever de todos nós. É claro que a maioria dos itens não é possível reciclar em casa, mas alguns podem facilmente ser reciclados sem ferramentas especiais, e acabam por se tornar verdadeiras obras de arte e jóias.
O teclado de computador e um bom exemplo, você pode fazer uma infinidades de coisas com suas teclas, abaixo uma relação bem bacana para lhe dar ideias e aguçar a sua criatividade.
Sacola de compras de teclado
Colar “geek” de teclas
Banco artístico de teclas
Moldura de fotos feita com teclas de teclado quebrado
Porta lápis de teclas de PC
Bolsa de teclas
Kit Wear Geek feito com peças de computador recicladas
Enfeites de árvore de Natal feito com teclas de teclado de PC
[Via]
Bracelete com tecla Shift
Chaveiro com seu nome feito de teclas de computados
[Via]
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/reciclagem/dicas-de-como-reciclar-teclado-de-computador/
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Sobre a Dengue
Sobre a Dengue
A palavra dengue tem origem espanhola e quer dizer "melindre", "manha". O nome faz referência ao estado de moleza e prostração em que fica a pessoa contaminada pelo arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodos).
História da Dengue
O mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, foi introduzido na América do Sul através de barcos (navios negreiros) provenientes da África, no periodo período colonial, junto com os escravos. Houve casos em que os barcos ficaram com a tripulação tão reduzida que passaram a vagar pelos mares, constituindo os "navios-fantasmas". |
O que é Dengue?
O dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.
O dengue clássico se inicia de maneira súbita e podem ocorrer febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem manchas vermelhas no corpo. A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz. Raramente há complicações.
O dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.
O dengue clássico se inicia de maneira súbita e podem ocorrer febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem manchas vermelhas no corpo. A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz. Raramente há complicações.
O que é Dengue Hemorrágico?
Dengue hemorrágico é uma forma grave de dengue. No início os sintomas são iguais ao dengue clássico, mas após o 5º dia da doença alguns pacientes começam a apresentar sangramento e choque. Os sangramentos ocorrem em vários órgãos. Este tipo de dengue pode levar a pessoa à morte. Dengue hemorrágico necessita sempre de avaliação médica de modo que uma unidade de saúde deve sempre ser procurada pelo paciente.
Dengue hemorrágico é uma forma grave de dengue. No início os sintomas são iguais ao dengue clássico, mas após o 5º dia da doença alguns pacientes começam a apresentar sangramento e choque. Os sangramentos ocorrem em vários órgãos. Este tipo de dengue pode levar a pessoa à morte. Dengue hemorrágico necessita sempre de avaliação médica de modo que uma unidade de saúde deve sempre ser procurada pelo paciente.
O que é Dengue Tipo 4?
O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça à saúde pública. Não pelo vírus em si, que não é mais nem menos perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo.
O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça à saúde pública. Não pelo vírus em si, que não é mais nem menos perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo.
Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. “Causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, a pessoa só pode ter dengue quatro vezes”, explica o consultor de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ivo Castelo Branco.
“Em termos de classificação, estamos falando do mesmo tipo de vírus, com quatro variações”, explica Marcelo Litvoc, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Do ponto de vista clínico, são absolutamente iguais, vão gerar o mesmo quadro”, esclarece o médico.
A explicação do problema provocado pelo vírus 4 está no sistema imunológico do corpo humano. Quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo. Ou seja, quem já teve dengue devido ao tipo 1 só pode ter novamente se ela for causada pelos tipos 2, 3 ou 4.
“Quanto mais vírus existirem, maior a probabilidade de haver uma infecção”, resume Caio Rosenthal, infectologista e consultor do programa Bem Estar, da TV Globo. Se houvesse só um tipo de vírus, ninguém poderia ter dengue duas vezes na vida.
A possibilidade da reincidência da doença é preocupante. Caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade. “Existe certa sensibilização do sistema imunológico e ele dá uma resposta exacerbada”, afirma Litvoc.
Esta reação exagerada do sistema imunológico é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.
Qual a causa?A infecção pelo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, uma espécie hematófaga originária da África que chegou ao continente americano na época da colonização. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.
Como tratar?Não existe tratamento específico para dengue, apenas tratamentos que aliviam os sintomas.
Deve-se ingerir muito líquido como água, sucos, chás, soros caseiros, etc. Os sintomas podem ser tratados com dipirona ou paracetamol. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.
Como tratar?Não existe tratamento específico para dengue, apenas tratamentos que aliviam os sintomas.
Deve-se ingerir muito líquido como água, sucos, chás, soros caseiros, etc. Os sintomas podem ser tratados com dipirona ou paracetamol. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A extinção do etanol
A extinção do etanolhttp://super.abril.com.br/blogs/crash/
A frota de carros subiu 20% nos últimos três anos. São 12 milhões a mais. Quase todos com motor flex. Nisso, o consumo de gasolina cresceu 50%. E o de álcool caiu 52% – de 23 bilhões de litros para 11 bilhões. Ridículo.
E a corrida ladeira abaixo continua firme: 2012 deve fechar abaixo dos 9 bilhões de litros. Desse jeito, produzir álcool no Brasil virou um mico. O lucro dos usineiros foi para o espaço. E a produção, naturalmente, despencou. Tanto que já tivemos de importar bilhões de litros de etanol de milho dos EUA (para suprir os 20% de álcool obrigatórios na composição da gasolina).
Para um país que até outro dia se dizia a “Arábia Saudita do etanol”, é uma situação
constrangedora ter de importar álcool de tortilla dos americanos.
Culpa do governo. Dilma e Mantega seguram há tempos o preço da gasolina para conter a inflação. Nisso ficou mais barato usar gasolina do que álcool. Com a diminuição no consumo de etanol, os usineiros agora preferem usar a cana deles para fazer açúcar. E não investem mais em aumento de produção. Lógico.
E pior: nossas refinarias não deram conta dessa demanda por gasolina. E entramos numa situação patética: sete anos depois de o governo declarar nossa autosufiência em petróleo, precisamos importar combustível a rodo. Hoje são mais de 3 bilhões de litros de gasolina por ano, contra 500 milhões em 2010. De cada 100 litros de derivados de petróleo que consumimos, 15 vêm do exterior.
Quem paga o pato aí é a Petrobras. Como Dilma não é a “presidenta” do planeta, não apita nos preços lá de fora. E a gasolina e o diesel estão mais caros no mercado internacional do que aqui. Para manter os preços inalterados nas bombas, a Petrobras é obrigada a comprar gasolina (e diesel) a R$ 4 para vender por R$ 3. Aí não tem quem aguente. O prejuízo com as importações de gasolina foi de R$ 5 bilhões nos últimos dois anos.
Tudo isso num país que há 10 anos estava perto de tornar a gasolina obsoleta, de ter uma frota 100% movida a álcool.
Com o diesel, o rombo foi maior ainda: R$ 17 bilhões – aí o buraco é mais embaixo: não dá para substituir diesel por álcool. Mas esse vazamento de dinheiro, por si só, também afeta o etanol. A própria Petrobras cortou investimentos na área, para aliviar o caixa. Um dos projetos de que a empresa abriu mão, por exemplo, foi o de um etanolduto de mais de mil quilômetros ligando regiões produtoras em vários Estados – o que diminuiria drasticamente os custos de transporte do álcool.
Assim fica difícil. E agora? O primeiro passo é liberar totalmente o preço da gasolina. Seria indigesto num primeiro momento, mas a indústria do álcool ganharia força, já que uma gasolina mais cara aumentaria a demanda por biocombustível. Sem falar que é importante a Petrobras se livrar de pelo menos parte das perdas. Porque se ela não der conta de continuar importando tanto para vender com prejuízo e, para completar, a produção de etanol definhar de vez, uma hora pode até faltar combustível nos postos. Aí o nosso crescimento econômico, que já está essa beleza toda, acabaria pior ainda: em risco de extinção.
Culpa do governo. Dilma e Mantega seguram há tempos o preço da gasolina para conter a inflação. Nisso ficou mais barato usar gasolina do que álcool. Com a diminuição no consumo de etanol, os usineiros agora preferem usar a cana deles para fazer açúcar. E não investem mais em aumento de produção. Lógico.
E pior: nossas refinarias não deram conta dessa demanda por gasolina. E entramos numa situação patética: sete anos depois de o governo declarar nossa autosufiência em petróleo, precisamos importar combustível a rodo. Hoje são mais de 3 bilhões de litros de gasolina por ano, contra 500 milhões em 2010. De cada 100 litros de derivados de petróleo que consumimos, 15 vêm do exterior.
Quem paga o pato aí é a Petrobras. Como Dilma não é a “presidenta” do planeta, não apita nos preços lá de fora. E a gasolina e o diesel estão mais caros no mercado internacional do que aqui. Para manter os preços inalterados nas bombas, a Petrobras é obrigada a comprar gasolina (e diesel) a R$ 4 para vender por R$ 3. Aí não tem quem aguente. O prejuízo com as importações de gasolina foi de R$ 5 bilhões nos últimos dois anos.
Tudo isso num país que há 10 anos estava perto de tornar a gasolina obsoleta, de ter uma frota 100% movida a álcool.
Com o diesel, o rombo foi maior ainda: R$ 17 bilhões – aí o buraco é mais embaixo: não dá para substituir diesel por álcool. Mas esse vazamento de dinheiro, por si só, também afeta o etanol. A própria Petrobras cortou investimentos na área, para aliviar o caixa. Um dos projetos de que a empresa abriu mão, por exemplo, foi o de um etanolduto de mais de mil quilômetros ligando regiões produtoras em vários Estados – o que diminuiria drasticamente os custos de transporte do álcool.
Assim fica difícil. E agora? O primeiro passo é liberar totalmente o preço da gasolina. Seria indigesto num primeiro momento, mas a indústria do álcool ganharia força, já que uma gasolina mais cara aumentaria a demanda por biocombustível. Sem falar que é importante a Petrobras se livrar de pelo menos parte das perdas. Porque se ela não der conta de continuar importando tanto para vender com prejuízo e, para completar, a produção de etanol definhar de vez, uma hora pode até faltar combustível nos postos. Aí o nosso crescimento econômico, que já está essa beleza toda, acabaria pior ainda: em risco de extinção.
CAT
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Ciclovia suspensa oferece mais segurança a quem pedala e produz energia limpa
Ciclovia suspensa oferece mais segurança a quem pedala e produz energia limpa
Débora Spitzcovsky 29 de janeiro de 2013
Falta de sinalização, pistas inadequadas, asfalto esburacado, risco de atropelamento… Muitos são os fatores que fazem com que andar de bicicleta nas cidades seja um desafio diário para os ciclistas – principalmente se eles vivem em locais onde as magrelas ainda não são vistas como meio de transporte diário e não têm espaço no trânsito.
Para tentar oferecer mais segurança àqueles que pedalam no dia a dia, o arquiteto dominicanoRichard Castillo* projetou a Bicimetro Eco Bahn, uma ciclovia suspensa, que fica metros acima da rua, evitando que as bikes tenham que disputar espaço com outros veículos, como carros, motos e ônibus.
Outros profissionais, como o arquiteto inglês Sam Martin, já idealizaram ciclovias suspensas (lembra da SkyCicle?), mas o projeto de Castillo tem um diferencial: além de oferecer mais segurança aos ciclistas, produz energia limpa.
A ciclovia possui, em toda a sua extensão, turbinas eólicas e painéis fotovoltaicos, que garantem que a estrutura produza energia eólica e solar durante todo o dia, enquanto as pessoas pedalam de um lado a outro da cidade.
Por enquanto, o projeto é, apenas, um protótipo, mas é inevitável imaginar como seriam as cidades com ciclovias suspensas. Você aprovaria?
Assista ao vídeo da iniciativa, abaixo.
Foto: Divulgação/Richard Castillo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Armazenando e reaproveitando Água da máquina...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Insetos vão Substituir a Carne fornecendo mais Proteínas
A carne como conhecemos está com os dias contados, já vimos que a escassez de água pode forçar o mundo a virar vegetariano, mas pesquisadores estão buscando saídas para repor nossa proteína de cada dia. A solução encontrada por alguns cientistas é o Mealworm, aqui no Brasil conhecido como Bicho-da-farinha ou Tenébrio, muito utilizado como alimento para animais de estimação como os répteis, peixes e aves, e isca para pesca. Os Tenébrio podem ser facilmente criados em casa com aveia, farelo de trigo, batata cortada ou cenouras e pedaços pequenos de maçã.
Entomofagia é a saída contra a fome
Comer insetos é comum em diversas culturas em todos os continentes, mais de mil insetos são conhecidos por servirem de alimento, e em 80% dos países do mundo existe um inseto que faz parte da culinária no entanto, em algumas sociedades comer insetos é incomum ou mesmo um tabu. No Brasil a içá ou tanajura, a rainha alada da formiga Saúva, faz parte de nossa culinária, no inicio apenas consumidas pelos índios, mas acabou no gosto dos sertanejos e tropeiros, e é ainda nos dias atuais ela é muito consumida, seja fritas ou misturadas com farofa.
A Pecuária convencional, para alimentação poderá ser substituída pela lavoura e a criação de insetos, que pode, em teoria, fornecer proteína de maneira ecológica e economizando as terras tão necessárias para a agricultura. No entanto, poucos dados são disponíveis sobre os impactos ambientais associados à produção de insetos, os mealworms podem ser uma alternativa mais sustentável para a carne, mas tudo isso requer muitos estudos ainda.
Os pesquisadores descobriram que durante o crescimento o mealworms libera menos gases de efeito estufa do que a produção de leite de vaca, carne de frango, porco e bovina. Eles também descobriram que mealworms ocupa apenas cerca de 10% da terra usada para a produção de carne bovina, 30% das terras utilizadas para a carne de porco e 40% da terra necessária para os frangos, isso gerarem as mesmas quantidades de proteína. Os pesquisadores observam que o crescimento otimizado do cascudinho (estágio de besouro do mealworms) pode levar a economia de terras ainda maiores.
“Como a população de nosso planeta continuando a crescer, sendo a quantidade de terra limitada, um sistema mais eficiente e mais sustentável de produção de alimentos é necessário. Agora, pela primeira vez, foi demonstrado que mealworms, e possivelmente outros insetos comestíveis, podem ajudar na obtenção de um melhor sistema. ”
“Como a população de nosso planeta continuando a crescer, sendo a quantidade de terra limitada, um sistema mais eficiente e mais sustentável de produção de alimentos é necessário. Agora, pela primeira vez, foi demonstrado que mealworms, e possivelmente outros insetos comestíveis, podem ajudar na obtenção de um melhor sistema. ”
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/insetos-vao-substituir-a-carne-fornecendo-mais-proteinas/
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Asteroide poderá atingir a Terra em 2036
Apophis foi descoberto em 2004 e estudos afirmam que existe 2,7% de chaces de atingir a Terra.
Caso haja algum impacto da Terra com este asteroide criaria-se uma explosão de 141 megatons o que é considerado três vezes mais forte do que a maior bomba de hidrogênio, acordo com a calculadora de impacto da Universidade de Purdue (EUA).
Astrônomos da NASA usam regularmente telescópios na Terra e no espaço para procurar por quaisquer asteroides que possam representar uma ameaça de impacto para a Terra.
Fonte: LiveScience
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Por que a bússola aponta sempre para o norte?
Por que a bússola aponta sempre para o norte?
Essa descoberta foi atribuída a William Gilbert, que ao aproximar uma agulha imantada de uma esfera de minério magnético, verificou que a agulha se orientava de forma idêntica a observada na superfície da Terra. Com isso, Gilbert deduziu que a própria Terra funcionava como um gigantesco ímã, cujo campo magnético se orienta nas direções norte-sul.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
interessante a musica caiu como luva.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Minhocas de estimação
Minhocas de estimação
Uma boa opção para apartamentos e casas com pouco espaço disponível é a vermicompostagem. Não se assuste com o “vermi”, na verdade são minhocas.
No minhocário caseiro, minhocas se encarregam de transformar os restos da sua cozinha em húmus, aquele mesmo que você compra em supermercados e lojas de jardinagem.
É tudo muito simples: três caixas plásticas empilháveis, uma tampa, um pouco de terra ou humus só pra começar e um tanto de minhocas, cerca de meio litro. Duas das caixas devem ter furos no fundo, aproximadamente de meio centímetro de diâmetro, que podem ser feitos facilmente com uma furadeira doméstica.
No minhocário caseiro, minhocas se encarregam de transformar os restos da sua cozinha em húmus, aquele mesmo que você compra em supermercados e lojas de jardinagem.
É tudo muito simples: três caixas plásticas empilháveis, uma tampa, um pouco de terra ou humus só pra começar e um tanto de minhocas, cerca de meio litro. Duas das caixas devem ter furos no fundo, aproximadamente de meio centímetro de diâmetro, que podem ser feitos facilmente com uma furadeira doméstica.
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Fundo das caixas do meio e de cima
E então tudo começa assim:
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A caixa de baixo fica sempre vazia. É ela quem vai recolher o líquido gerado durante a compostagem. Esse líquido, também conhecido como chorume, no caso da compostagem de materiais orgânicos é também muito rico em nutrientes, e, assim como o material sólido gerado, pode ser usado para adubas suas plantas. Você pode usá-lo para regá-las ou borrifá-lo nas folhas a cada 15/20 dias. Uma rápida observação sobre chorume: o que é gerado por lixões e aterros sanitários é altamente prejudicial para o meio ambiente por ser resultado de uma mistura descontrolada de materiais orgânicos, inorgânicos e muitas vezes tóxicos.
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Na caixa do meio a mágica começa a acontecer. Quando inaugurar seu minhocário, você deve cobrir o fundo da caixa do meio com um pouco de terra (para as minhocas se sentirem em casa!), colocar as minhocas (no final do post falo mais sobre elas), depois colocar por cima o material orgânico (que aqui chamaremos de material úmido) e misturar a ele duas partes do material seco.
Um detalhe que acelera todo o processo de decomposição: quanto mais picados estiverem os materiais, tanto úmidos quanto secos, mais rápido você vai ter seu húmus pronto.
Assim:
Na caixa do meio a mágica começa a acontecer. Quando inaugurar seu minhocário, você deve cobrir o fundo da caixa do meio com um pouco de terra (para as minhocas se sentirem em casa!), colocar as minhocas (no final do post falo mais sobre elas), depois colocar por cima o material orgânico (que aqui chamaremos de material úmido) e misturar a ele duas partes do material seco.
Um detalhe que acelera todo o processo de decomposição: quanto mais picados estiverem os materiais, tanto úmidos quanto secos, mais rápido você vai ter seu húmus pronto.
Assim:
Flores despetaladas, cascas de banana e laranja, talos de verduras e alguns guardanapos usados picados
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O que pode ser colocado nele:
Material úmido: restos de vegetais como talos não utilizados, cascas de frutas e legumes, filtro de café com a borra, saquinhos de chá, sobras de alimentos cozidos ou estragados (arroz, feijão, macarrão...), casca de ovo picada, podas de plantas do jardim, flores estragadas, etc.
Material seco: folhas secas de árvores e plantas, guardanapos de papel usados, papel toalha, jornal, etc.
Como tudo acontece?O que garante uma boa decomposição, sem gerar cheiro ruim nem atrair insetos, é o correto balanceamento entre o úmido (nitrogênio) e o seco (carbono). Sempre que colocar seu lixo orgânico na caixa do meio você deve respeitar a proporção de uma parte de material úmido para duas de material seco, que pode ser composto só de folhas ou principalmente de folhas com um pouco de diferentes tipos de papel, como os citados acima. O minhocário pode ser abastecido todos os dias, desde que respeitadas essas proporções. Ter uma pá ou um ancinho sempre à mão ajuda na hora de cavar um buraquinho pra depositar o material um dia num canto, outro dia no outro...
No começo você pode ficar um pouco inseguro, cheio de dúvidas e perguntas, mas com o passar dos dias vai perceber que você mesmo consegue responder suas questões. A principal delas é a umidade. O normal e desejável é que o minhocário não produza cheiro ruim. Mesmo. Zero cheiro ruim. Aliás, muito pelo contrário. É muito comum abrir a tampa na hora de abastecer e sentir aquele gostoso cheiro de terra molhada pela chuva. Então se o seu minhocário ameaçar ficar fedido é fácil saber o que está acontecendo: muito material úmido para pouco seco. É o erro mais comum. Então basta acrescentar um pouco de folhas secas para compensar e passar a calcular com mais atenção a proporção uma parte de úmido para duas de seco no dia a dia.

Aparência do material da caixa do meio, ainda em abastecimento. A textura ainda é "grossa" porque a decomposição está apenas começando.
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Mudança de andarBem, então um dia você vai ter enchido completamente a caixa do meio. Essa é a hora de passar essa caixa cheia para cima e colocar a que estava em cima, vazia, no meio. Aí então suas minhocas ficam no andar superior trabalhando para produzir o seu húmus enquanto você começa a encher a caixa do meio. Pelos furos do fundo da caixa de cima (lembre-se, a do meio e a de cima tem que ser furadas) o excesso de chorume vai escorrer, deixando seu adubo sequinho, e as minhocas vão se transferir para a caixa do meio conforme forem percebendo que você começou a enchê-la com “comida nova”.
Depois de aproximadamente 50 dias de repouso todo o material da caixa de cima vai estar transformado em húmus e você poderá usá-lo nos seus vasos, no jardim, na horta...
Mudança de andarBem, então um dia você vai ter enchido completamente a caixa do meio. Essa é a hora de passar essa caixa cheia para cima e colocar a que estava em cima, vazia, no meio. Aí então suas minhocas ficam no andar superior trabalhando para produzir o seu húmus enquanto você começa a encher a caixa do meio. Pelos furos do fundo da caixa de cima (lembre-se, a do meio e a de cima tem que ser furadas) o excesso de chorume vai escorrer, deixando seu adubo sequinho, e as minhocas vão se transferir para a caixa do meio conforme forem percebendo que você começou a enchê-la com “comida nova”.
Depois de aproximadamente 50 dias de repouso todo o material da caixa de cima vai estar transformado em húmus e você poderá usá-lo nos seus vasos, no jardim, na horta...
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Aparência do materia da caixa de cima depois de 50 dias de repouso. Tudo já foi decomposto e a textura é bem mais fina que no início do processo.
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Algumas minhocas ainda vão estar por aí, o que é ótimo para as plantas, mas a maioria delas já vai ter se mudado para a caixa do meio nesse período. E se por acaso nesse momento você não tiver uso para o húmus disponível, você pode dá-lo de presente para os amigos, em saquinho caprichado com laço e etiqueta contando como você produziu aquilo, claro! Quando sua caixa do meio estiver novamente cheia será hora de passá-la pra cima, e a de cima vazia para o meio, e tudo começa outra vez.
Algumas minhocas ainda vão estar por aí, o que é ótimo para as plantas, mas a maioria delas já vai ter se mudado para a caixa do meio nesse período. E se por acaso nesse momento você não tiver uso para o húmus disponível, você pode dá-lo de presente para os amigos, em saquinho caprichado com laço e etiqueta contando como você produziu aquilo, claro! Quando sua caixa do meio estiver novamente cheia será hora de passá-la pra cima, e a de cima vazia para o meio, e tudo começa outra vez.
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Caixa de cima cheia, pronta para iniciar os 50 dias de repouso.
Conjunto das 3 caixas com a tampa superiorO que não pode colocar:- carne de qualquer espécie. Não é o alimento preferido das minhocas, tem decomposição lenta e pode atrair moscas
- excesso de frutas cítricas. O sumo é ácido e atrapalha um pouco o processo. Uma dica é deixar cascas de frutas como limão, laranja e abacaxi secarem por alguns dias antes de irem para o minhocário
- papel higiênico usado. Apesar do tema também ser DEJETOS, não misturemos os capítulos! Papel higiênico, aliás, pode ser jogado direto na privada mesmo. Vide postaqui.
Medos:
- as minhocas certamente tem mais medo de você do que você delas. Elas não avançam, não mordem nem correm atrás de ninguém, portanto se você está com receio, tome coragem e encare. Com o tempo passa a ser a coisa mais natural do mundo, acredite. Eu também já tive um pezinho atrás. Além do quê, você não vai ficar pegando em minhocas todos os dia e elas não fogem do minhocário para passear pela sua casa. Aliás, muitas vezes você mal as vê, porque quando levanta a caixa de cima para abastecer a do meio as minhocas que estão na superfície logo se escondem. Elas são fotofóbicas, não gostam de luz, então se enterram rapidinho.
- o minhocário em equilíbrio (e isso é fácil conseguir) não atrai ratos, baratas, formigas nem moscas. Também não tem cheiro ruim NENHUM, acredite.
Detalhes:- se precisar viajar, não se preocupe, você não precisará de uma vermi-sitter! As minhocas podem ficar até três meses sem receber comida. Diminuem sua atividade e ficam dentro do minhocário numa boa até você retomar a rotina.
- com o minhocário em funcionamento as minhocas se reproduzem quando percebem que há muita oferta de comida para poucos indivíduos. É comum encontrar pequenas bolinhas amareladas misturadas ao composto. São os ovos. E quando percebem que a população está grande demais para pouca comida e espaço, a reprodução é interrompida. Inteligente, não?
Características e dimensões:- para uma casa que produz aproximadamente meio litro de lixo úmido por dia (produção de duas pessoas, em média), um sistema de caixas de 30 X 40 X 15 cm de altura é o suficiente.
- para uma casa de três a cinco pessoas, que produzam um litro de resíduo orgânico por dia, as caixas devem ter aproximadamente 45 X 60 X 30 cm de altura.
- as caixas podem ser de plástico ou madeira, o que você achar mais conveniente. As minhas são de plástico reciclado, e normalmente esse material é produzido na cor marrom.
- é importante que a caixa de cima tenha uma tampa, para evitar que insetos depositem ovos no composto.
- alguns minhocários tem uma torneirinha na caixa de baixo para a coleta do chorume. Eu não acho necessário, simplesmente tiro as duas de cima e viro a caixa de baixo fazendo o líquido escorrer pela quina.
Sobre as minhocas:- As minhocas mais adequadas para um minhocário em caixas são as dos tipos Vermelha da Califórnia e Gigante Africana. As explicações que encontrei são que são mais rápidas na decomposição do material e se adaptam bem a esse sistema estanque. Nunca experimentei outro tipo, mas talvez você possa tentar... As minhas, as Vermelhas da Califórnia, eu encontrei pela internet em produtor que fornece para pesqueiros. Encomendei pelo telefone e retirei numa loja de plantas em São Paulo.
Sobre comprar pronto:Se tudo isso te parecer de difícil realização você pode pesquisar na internet empresas que vendem minhocários prontos. Minha sugestão é a Minhocasa, empresa sediada em Brasília-DF, com representante em São Paulo e vendas pelos Correios para todo o Brasil.
Animou-se? Então comece logo a fazer o seu dever de casa!
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